“Sirât”: diferente e fascinante
Por André Barcinski
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13 comentários em "“Sirât”: diferente e fascinante"
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Explode!
Esse não me pegou, André. A primeira metade que promete um road movie é bem promissora mas a segunda metade é tomada por uma sensação “filme pra agradar festival” que simplesmente me desconectou.
Sim, rola uma mudança brusca de direção, mas achei surpreendente.
Ando só te elogiando, agora uma sacanagem minha: tem cinema aí em Paraty? Quando ainda trabalhava no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) minha Juíza Corregedora me colocou à disposição, ou seja, no setor competente para pessoas “incompetentes”. Passei uns seis meses com excluídos de todo tipo no TJSP e pensei em ir me refugiar em Ilhabela; vendendo minha casa em São Caetano do Sul (SCS) dava pra morar bem lá. Distante da família, de bons hospitais, de escolas com referência para o meu filho, do básico no consumo mais underground… fico imaginando você mais na estrada do que em casa. Pude escolher, preferi o Fórum de SCS. Também pode escolher, nome feito, trabalho em dia e longe da correria das redações. Ter escolhas é o que lego ao meu filho. Já sou da geração que aposentadoria é ilusão – já sou aposentado, os peritos do Tribunal não me deram escolha – e que dica de filme, dá até pra enviesar pra Primavera Árabe, os “turcos” curtindo a ocidentalização. Pouco antes da Idade Média eram todos cristãos. Foram convertidos na base da ponta da espada. É um filme muito tentador, coisa que a gente precisa conhecer e, então, morando ao lado de Amyr Klink, quando vai escrever seu “Cem Dias Entre Céu e Mar”? Teu road movie interessa e muito!!!
André, assistiu Devoradores de Estrelas? pensa em fazer um artigo a respeito?
Cara, eu vi, achei OK, será que vale?
Eu assisti. Muito bom! A cena final, do trem, revela muito sobre a vida humana.
Gostei bastante do filme até o incidente pela metade que dá início à parte mais pesada do filme. Entendi o que o diretor queria mostrar (ele já revela o tema do filme no início mostrando o que significa Sirât), mas, sendo bem vago pra não dar spoilers, achei forte demais pra depois entrar no simbolismo que ele queria mostrar. De qualquer forma, é um feito no áudio e no visual (eu vi nos cinemas, muito impacto realmente).
Vou ver o quanto antes!
E a perda do grande Luis Carlini, André… Tu conhecia bem ele?
Sim, entrevistei-o no fim do ano passado para a segunda temporada do “História Secreta do Pop Brasileiro”, triste demais.
vi a tensão de nossa época e a impossibilidade de soluções nesse filme. Melhor de muitos anos
Bom dia, André! Também gostei muito. A tensão da segunda metade me lembrou “Comboio do Medo” do Friedkin.
Pior que lembra mesmo.