A música sublime de uma freira etíope de 98 anos
Por André Barcinski
Publicação exclusiva para apoiadores(as) da APOIA.se
Ainda não é um(a) apoiador(a)?
Torne-se um apoiador(a) de R$ 20 ou mais para acessar esta publicação.
Já é um apoiador(a) de R$ 20 ou mais?
Para acessar esta publicação é necessário estar cadastrado e logado neste site usando o mesmo email utilizado na APOIA.se. Para se cadastrar clique aqui. Se já for cadastrado neste site, faça seu login aqui.
Problemas em acessar esse conteúdo?
Se você já é um apoiador e por acaso não está conseguindo acessar esse texto, por favor clique aqui.
Precisa de ajuda? Clique aqui.
6 comentários em "A música sublime de uma freira etíope de 98 anos"
Deixe seu comentário
Faça login para publicar um comentário.
Demais, André.
Como pianista iniciante, gosto muito de conhecer compositores modernos com trabalhos tão belos.
Espero que se inspire na coroa!
Maravilhosa. E a música dela tem algumas qualidades encontradas também nas canções do Mulatu Astatke, pai do jazz etíope e que muito aprecio.
Ouvimos direto o Astatke, é demais.
Que história legal, vamos ouvir
A história da música é a história de pessoas como ela. Mal comparando, uma vez eu fui a Barretos a trabalho e fiquei perambulando pelo lugar. E vi um monte de violeiros tocando viola de um jeito que eu nunca ouvi. Agora imagina a produção industrial desse tipo de anônimos ao longo das décadas…