ago/2021

“Planeta Água” vs. “Purpurina”: 40 anos da batalha do pop contra a MPB

Por André Barcinski

“Planeta Água” vs. “Purpurina”: 40 anos da batalha do pop contra a MPB

Por André Barcinski

Publicação exclusiva para apoiadores(as) da APOIA.se

Ainda não é um(a) apoiador(a)?

Torne-se um apoiador(a) de R$ 20 ou mais para acessar esta publicação.

Já é um apoiador(a) de R$ 20 ou mais?

Para acessar esta publicação é necessário estar cadastrado e logado neste site usando o mesmo email utilizado na APOIA.se. Para se cadastrar clique aqui. Se já for cadastrado neste site, faça seu login aqui.

Problemas em acessar esse conteúdo?

Se você já é um apoiador e por acaso não está conseguindo acessar esse texto, por favor clique aqui.

Precisa de ajuda? Clique aqui.

20 comentários em "“Planeta Água” vs. “Purpurina”: 40 anos da batalha do pop contra a MPB"

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Usuário não identificado

    Meu Deus! Tudo isso aconteceu e nós jovens na época ficávamos reféns das modernidades mesmo!
    Em 81 eu tinha 15 anos e vivi toda essa narrativa! André, que fatos top da nossa vida!!

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Usuário não identificado

    Por um momento acreditava que as rádios FM foram incentivadas a tocar músicas internacionais para ser um motivo a silenciar artistas musicais incômodos ao regime militar.
    Eu era criança nesta época do festival, inclusive meus pais compraram o disco, e que apesar de não ter sido a campeã, “Planeta Água” realmente é sucesso até hoje.

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Usuário não identificado

    Guilherme Arantes com toda razão aponta o avanço tecnológico, acima de qualquer movimento artístico, como o grande indutor de mudanças nas artes e na música popular especialmente. Você já escreveu sobre isso, como as músicas hoje são compostas com base em algoritmos e formatadas e gravadas tendo em vista as mídias sociais. Tenho conta no Tik Tok e já prevejo que as músicas no futuro terão a duração de 60 segundos no máximo, mais do que isso essa geração atual muda de vídeo.

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Usuário não identificado

    Adoro rádio. Mas é difícil uma programação bacana.
    Tinha desistido, ai achei uma estação sensacional : WFMU. Muita música (inclusive brasileira) , DJs (voluntários) que sabem do que estão falando, dá para ouvir quase toda a programação de boca aberta. Já ouviu ?

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Usuário não identificado

    Boa tarde André!
    Mais uma vez, excelente texto! Sobretudo pela relação entres bastidores da indústria musical, festivais e as rádios. Tenho pesquisado esse cenário das FMs que descreve em BH, com o auxílio luxuoso de profissionais da área e estudantes. Deixo dois artigos aqui sobre dois exemplos importantes da capital mineira:
    A Rádio Inconfidência FM – Brasileiríssima
    https://portalintercom.org.br/anais/nacional2019/resumos/R14-2256-1.pdf
    A Radio Geraes FM
    http://www.intercom.org.br/sis/eventos/2020/resumos/R15-1457-1.pdf
    Espero que apreciem!

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Usuário não identificado

    Comecei a ouvir rádio no meio dos anos 80. Não tinha muita ideia dessa ruptura, pois já comecei ouvindo as FMs. AM para mim era só por causa do futebol. Hoje FM virou rádio de notícia e…futebol. Acho que talvez hoje eu seja o que eram os defensores da AM no início dos 80. Tenho excelentes recordações radiofonicas entre 85 e 2005, mais ou menos.
    Adorei o texto e vou comprar o livro assim que for lançado novamente.

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Usuário não identificado

    maravilhoso texto. Lembro o inicio da Jovem Pam 2 com os locutores e os programas de humor escrachado era a inovação da época…hj no radio sinto falta da “curadoria” que certos programas faziam, como o garagem e outros.

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Usuário não identificado

    Texto muito interessante André, e para ver como o mundo dá voltas: Atualmente, com a crise cada vez mais perene das rádios, algumas FMs, para diminuir despesas, estão iguais as AMs dos anos 1970, com poucos (ou nenhum) locutor(es) e as músicas pré-gravadas, eu na verdade, até prefiro assim do que com os falatório interminável dos locutores.

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Usuário não identificado

    Excelente texto André, como sempre. Essa disputa da década de 70/80 entre os artistas de AM/FM me faz pensar num paralelo com a atual conjuntura política no Brasil, e chego à conclusão que no Brasil, o “velho” sempre vai lutar pra manter o “status quo”, custe o que custar, à despeito de tudo de novo que possa estar surgindo. Como dizia Cazuza: “Eu vejo o futuro repetir o passado/Eu vejo um museu de grandes novidades”. O brasileiro médio é conservador até debaixo d’água.
    PS: Quando sai a nova edição de “Pavões Misteriosos”? preciso ler esse livro.

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Usuário não identificado

    Barça, não tem o que falar desse teu texto, impecável.
    Obrigado por mais esse!

    Off topic: No B3 quando vcs falam de algum artista, ou música, não tem como colocar pelo menos um trecho do som pra ilustrar? Ou o bate papo é informal (como parece mesmo) e os temas vão surgindo na hora?

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Usuário não identificado

    Grande história. Vc só citou grandes artistas. Uma pena ter tido essa segregação na época. O tempo cuida de colocar os artistas, ditos bregas, em seu devido lugar de destaque na música. Triste que alguns não viveram o suficiente para esse reconhecimento. Xará, tem há possibilidade de relançar o “pavões misteriosos”? Abraço

Deixe um comentário

Ir para o topo