nov/2025

“TASK”: melhor que a média

Por André Barcinski

“TASK”: melhor que a média

Por André Barcinski

Publicação exclusiva para apoiadores(as) da APOIA.se

Ainda não é um(a) apoiador(a)?

Torne-se um apoiador(a) de R$ 20 ou mais para acessar esta publicação.

Já é um apoiador(a) de R$ 20 ou mais?

Para acessar esta publicação é necessário estar cadastrado e logado neste site usando o mesmo email utilizado na APOIA.se. Para se cadastrar clique aqui. Se já for cadastrado neste site, faça seu login aqui.

Problemas em acessar esse conteúdo?

Se você já é um apoiador e por acaso não está conseguindo acessar esse texto, por favor clique aqui.

Precisa de ajuda? Clique aqui.

12 comentários em "“TASK”: melhor que a média"

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Danielmsp@msn.com

    Achei ótima, com cedteza entre as melhores do ano. A relaçao pai/filho permeia os personagens do Ruffalo e Tom Pelphrey. E isso leva aos dois aos episódios nos quais eles contracenam e dão um show nos diálogos. E também tem relação com a sobrinha e filha do Pelphrey, os chefes da gangue de motoqueiros com o protegido, o episódio final é praticamente para amarrar essa parte que parecia solta.
    Todos os personagens tem deus demônios no armário, ninguém 100% ficha limpa, nem mal. Há sempre uma justificativa que faz a balança moral pender para os lados
    O núcleo da família do Tom Pelphrey sustenta o drama na primeira metade, ele e a atriz que faz a sobrinha tem uma interação ótima. E O episódio 6 é soberbo, 20 minutos de ação bem filmada, sem correria, com reviravoltas. E conduz bem ao episódio final

  • Permita-me um off topic, Barça: Você chegou a assistir a série sobre o Ed Gein, na Netflix? Eu me esforcei muito para gostar, mas achei meio surreal, como se o tempo todo o objetivo fosse suavizar a história terrível do psicopata e sublimar a maldade dos crimes cometidos por ele. A interpretação do Charlie Hunnam parece forçada demais, parece o tempo todo tentar infantilizar um sujeito que, independentemente dos seus problemas mentais, cometeu atos criminosos hediondos. Sei lá, gostaria de conhecer seu ponto de vista sobre a série

  • Imagem de perfil do usuário
    Moacirloureiropn

    Verei após terminar Um Espião Entre Amigos (que vi dois episódios e estou gostando muito).

    Off-topic: André, olhei ontem no Globoplay que saiu uma série sobre o Maguila. Você, que gosta de boxe, já viu ou pretende ver?

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Andre Luiz Antunes De Oliveira

    Xará, essa série é demais. Vai emocionar a quem assistir, mesmo que a pessoa tenha um coração de pedra. O encontro entre os dois personagens e o desenrolar, é forte e brilhante. A impressão que tive desse encontro foi mais ou menos a mesma entre o De Niro e o Pacino em Heat. Que os antagonistas seriam dois puta amigos se não estivessem em lados oposto.

  • Estou no 5o episódio e achei a série realmente muito acima da média. Tinha gostado bastante de Mare of Eastrown, o Brad cria os personagens na medida, com uma excelente construção deles. O personagem caiu como uma luva pra Mark Ruffalo. Concordo que a história do menino ficou meio que sobrando, desnecessária, mas a sobrinha do Robbie acaba brilhando contracenando com ele. Espero que a série termine bem!

Deixe um comentário

Ir para o topo