Jeff Buckley: gênio interrompido
Por André Barcinski
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15 comentários em "Jeff Buckley: gênio interrompido"
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Muito tocante o final do documentário! Mas estranhei não ter nenhuma menção ao envolvimento dele com a Liz Fraser dos Cocteau Twins. Talvez devido a natureza reclusa da Liz. E impressionante a adoração dele pelo Zeppelin, fiquei imaginando ele e Page tocando juntos. Que perda enorme para a música.
No final da década de 90, o CD de “Grace” era facilmente encontrado em liquidações de encalhes, geralmente a preços muito módicos, 10 ou 12 reais (uns 40 reais hoje, acho). Eu sempre me impressionei pela intensidade da foto da capa do álbum (a meu ver, sensacional), mas não sabia se deveria ou não gastar meus suados dinheiros, que eu geralmente dedicava a CDs (era a mídia da época) de heavy metal/punk rock/hardcore/ etc., e outros gostos dentro de meu ecletismo musical (Social Distortion, Teenage Fanclub, Oasis, Manic Street Preachers, etc.). Um belo dia, com módicos 12 reais, comprei o CD em um saldão qualquer, durante meu horário de almoço, e na volta pra casa coloquei pra tocar no meu Discman (uma espécie de walkman para CDs, somente os nascidos entre 1970 e 1980 vão entender), e fui gratificado com uma das maiores porradas sonoras da minha vida, somente comparável à primeira vez que eu ouvi o “No Sleep ‘Till Hammersmith” do Motorhead. Melodia, poesia, sacralidade, tudo misturado com um sentimento inigualável de esperança e desespero, um mix inexplicável de emoções, que até hoje me deixa estupefato sobre o quanto esse jovem conseguiu fazer em apenas um único álbum, e o quanto ele poderia ter feito, se não fosse aquele fatídico mergulho nas águas do Mississipi
Que relato lindão esse teu, cara.
Me entristece demais imaginar o quanto esse cara poderia ter contribuído para a nossa felicidade se ainda estivesse entre nós
Muito novo…
Finalmente esse documentário está disponível para o Brasil! Vi ano passado e me emocionei demais, os depoimentos são tão verdadeiros quanto a música do Jeff.
André, vale também a leitura do livro Jeff Buckley: His Own Voice. É um apanhado dos diários, notas, memorabilia, com a curadoria da mãe dele (Mary Guibert) e David Browne. Um mergulho na história através da reprodução fiel dessas anotações.
Obrigado pela dica!
André, tudo bem?
Queria te enviar um livro que acabei de publicar. Chama-se “História da Terceira Guerra Mundial-Romance”. É um thriller sci-fi/político. Para que endereço (físico) eu o envio?
obrigado
Obrigado. Pode mandar pra R. Paulo César de Andrade 106, apto 403
Laranjeiras
22221-090
André, para quem gosta coisas espirituais, do além carnal e metafísicas, essa história do Jeff Buckley e seu pai é imperdível!!!
Ainda não vi, mas entrou na fila, valeu!!!!
Grace é uma obra prima. O cara era muito talentoso, uma pena que se foi tão cedo… ansioso pra ver o documentário.
Realmente um artista extraordinário e Grace é um dos meus albums favoritos de sempre ! Ele sempre falva muito de Led, Dylan, Nina, Nusrah Fateh Ali Khan, Morrissey,fez inúmeras versões de Blues obscuros antigos e essa influência que tinha de tantos artistas diferentes e como ele colocava isso na música dele era fantástico. Agora, Gary Lucas improvisando nos filmes do Mujica não sabia !! Dá para falar um pouco mais a respeito ?? Belo texto !!
Ele ama os filmes do Mojica e tem um projeto em que improvisa solos em cima de trechos dos filmes, deve ter na Internet.
não consigo ouvir Hallelujah com ninguém mais e Lilac wine só com a Nina Simone…sou injusto mas é isso…