mar/2026

Jeff Buckley: gênio interrompido

Por André Barcinski

Jeff Buckley: gênio interrompido

Por André Barcinski

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15 comentários em "Jeff Buckley: gênio interrompido"

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    Magno Ulisses De Almeida E Silva

    Muito tocante o final do documentário! Mas estranhei não ter nenhuma menção ao envolvimento dele com a Liz Fraser dos Cocteau Twins. Talvez devido a natureza reclusa da Liz. E impressionante a adoração dele pelo Zeppelin, fiquei imaginando ele e Page tocando juntos. Que perda enorme para a música.

  • No final da década de 90, o CD de “Grace” era facilmente encontrado em liquidações de encalhes, geralmente a preços muito módicos, 10 ou 12 reais (uns 40 reais hoje, acho). Eu sempre me impressionei pela intensidade da foto da capa do álbum (a meu ver, sensacional), mas não sabia se deveria ou não gastar meus suados dinheiros, que eu geralmente dedicava a CDs (era a mídia da época) de heavy metal/punk rock/hardcore/ etc., e outros gostos dentro de meu ecletismo musical (Social Distortion, Teenage Fanclub, Oasis, Manic Street Preachers, etc.). Um belo dia, com módicos 12 reais, comprei o CD em um saldão qualquer, durante meu horário de almoço, e na volta pra casa coloquei pra tocar no meu Discman (uma espécie de walkman para CDs, somente os nascidos entre 1970 e 1980 vão entender), e fui gratificado com uma das maiores porradas sonoras da minha vida, somente comparável à primeira vez que eu ouvi o “No Sleep ‘Till Hammersmith” do Motorhead. Melodia, poesia, sacralidade, tudo misturado com um sentimento inigualável de esperança e desespero, um mix inexplicável de emoções, que até hoje me deixa estupefato sobre o quanto esse jovem conseguiu fazer em apenas um único álbum, e o quanto ele poderia ter feito, se não fosse aquele fatídico mergulho nas águas do Mississipi

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    Affonso Celso De Miranda Neto

    Finalmente esse documentário está disponível para o Brasil! Vi ano passado e me emocionei demais, os depoimentos são tão verdadeiros quanto a música do Jeff.

  • André, vale também a leitura do livro Jeff Buckley: His Own Voice. É um apanhado dos diários, notas, memorabilia, com a curadoria da mãe dele (Mary Guibert) e David Browne. Um mergulho na história através da reprodução fiel dessas anotações.

  • André, tudo bem?
    Queria te enviar um livro que acabei de publicar. Chama-se “História da Terceira Guerra Mundial-Romance”. É um thriller sci-fi/político. Para que endereço (físico) eu o envio?
    obrigado

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    Joao Gilberto Monteiro

    André, para quem gosta coisas espirituais, do além carnal e metafísicas, essa história do Jeff Buckley e seu pai é imperdível!!!
    Ainda não vi, mas entrou na fila, valeu!!!!

  • Realmente um artista extraordinário e Grace é um dos meus albums favoritos de sempre ! Ele sempre falva muito de Led, Dylan, Nina, Nusrah Fateh Ali Khan, Morrissey,fez inúmeras versões de Blues obscuros antigos e essa influência que tinha de tantos artistas diferentes e como ele colocava isso na música dele era fantástico. Agora, Gary Lucas improvisando nos filmes do Mujica não sabia !! Dá para falar um pouco mais a respeito ?? Belo texto !!

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