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4 comentários em "“Michael”: trash chapa-branca"
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Pensei que nada ia ser pior que a biografia de Amy Winehouse, que não menciona o assunto drogas, ou a de Bob Marley, que transforma nosso amigo rastafari em Gandhi. Pelo visto estava errado. Vou esperar aparecer no streaming para rir um pouco.
O pior é que tem gente que acredita nessa santidade dele.
Depois do texto fiquei com vontade de ver essa maravilha.
Vale. É muito engraçado.