Crítica: “Brasil 70 – A Saga do Tri”
Por André Barcinski
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15 comentários em "Crítica: “Brasil 70 – A Saga do Tri”"
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Meu pai se emocionou com a serie. Diverte e ajuda a memória daqueles mais jovens!
Tive exatamente a mesma sensação. Mas achei que o Pelé da série, embora muito parecido, não enche a tela devidamente. Uma pena. E ainda trataram o Rei como um tolo, não só na questão política. Eu até entendo a crítica no ar, mas Pelé era um dos mais experientes daquela seleção. O bacana foi, além das boas cenas de futebol, o destaque ao JOão Saldanha. Mas confesso que também larguei tudo e me entreguei ao escrete. “Pombas”, é a maior seleção de todas!
Pô Xará, o lance mais bacana dessa Copa foi bem retratado também. A linda cotovelada do Pelé. Poesia pura rsrs
Verdade. Mas os uruguaios são mostrados de maneira bem estranha, não?
Não vi ainda… vou ver. Cara, comecei o Spider Noir, com o Nicolas Cage e estou gostando bastante, a série é muito divertida e o Cage tá muito bem. Chegou a ver sobre?
Assisti apenas o primeiro capítulo. O tom é mesmo didático e a trama, novelesca. Mas pega a gente pela memória afetiva. Achei o João Saldanha do Rodrigo Santoro impressionante. E achei que o ator que faz o Tostão, Ravel Andrade, a cara do Piazza!
André, ainda não vi a série, mas pelo que tenho lido sobre ela, a maioria dos críticos elogia as cenas em que são reproduzidos os lances daquela Copa e realmente não deve ser fácil, até porque são momentos que foram muito exibidos desde aquele Mundial…
E olha que interessante e como são as coisas: O seu filho é Fluminense roxo e não conhecia o Rivellino e o Gérson, grandes ídolos do clube! O que mostra que os times brasileiros, muitas vezes, não valorizam sua história e os ídolos que ajudaram a construir a sua grandeza…
Ídolo do Flu pra ele são JK e Cano, que ele viu jogar. Difícil hoje um moleque de 14 anos ter por ídolo alguém que jogou há tanto tempo.
Confesso que essa coisa dos estádios e do público feito com computação gráfica ficou irritante, parece anime japonês.
Sim, exatamente.
Creio que esse sentimento de reencontro com um momento tão brilhante do futebol valha a audiência da série.
Em alguns momentos, infelizmente, acaba lembrando muito aquele quadro “Copas de Mel” que a Denise Fraga fazia no fantástico. Principalmente nos momentos daquele casal de torcedores.
Pra mim, o episódio sobre a semifinal é o mais interessante, com a liberdade de colocar um encontro de Zagallo com Saldanha na véspera do jogo e com gol do Clodoaldo em plano sequência.
Lembrei demais do meu pai enquanto assistia. Foi bonito.
Engraçado foi o Saldanha na igreja com o Pelé!
“Eu sou ateu. Não sou vampiro” hahahahahahahaha
Estou vendo com minha filha e a sensação é a mesma, dramaticamente s série deixa a desejar mas ela, que não assiste futebol, está gostando muito de ver a qualidade das jogadas e dos gols dessa grande seleção.
Mesma coisa aqui em casa.