jun/2026

Crítica: “Brasil 70 – A Saga do Tri”

Por André Barcinski

Crítica: “Brasil 70 – A Saga do Tri”

Por André Barcinski

Publicação exclusiva para apoiadores(as) da APOIA.se

Ainda não é um(a) apoiador(a)?

Torne-se um apoiador(a) de R$ 20 ou mais para acessar esta publicação.

Já é um apoiador(a) de R$ 20 ou mais?

Para acessar esta publicação é necessário estar cadastrado e logado neste site usando o mesmo email utilizado na APOIA.se. Para se cadastrar clique aqui. Se já for cadastrado neste site, faça seu login aqui.

Problemas em acessar esse conteúdo?

Se você já é um apoiador e por acaso não está conseguindo acessar esse texto, por favor clique aqui.

Precisa de ajuda? Clique aqui.

15 comentários em "Crítica: “Brasil 70 – A Saga do Tri”"

  • Tive exatamente a mesma sensação. Mas achei que o Pelé da série, embora muito parecido, não enche a tela devidamente. Uma pena. E ainda trataram o Rei como um tolo, não só na questão política. Eu até entendo a crítica no ar, mas Pelé era um dos mais experientes daquela seleção. O bacana foi, além das boas cenas de futebol, o destaque ao JOão Saldanha. Mas confesso que também larguei tudo e me entreguei ao escrete. “Pombas”, é a maior seleção de todas!

  • Não vi ainda… vou ver. Cara, comecei o Spider Noir, com o Nicolas Cage e estou gostando bastante, a série é muito divertida e o Cage tá muito bem. Chegou a ver sobre?

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Guilherme Vaz

    Assisti apenas o primeiro capítulo. O tom é mesmo didático e a trama, novelesca. Mas pega a gente pela memória afetiva. Achei o João Saldanha do Rodrigo Santoro impressionante. E achei que o ator que faz o Tostão, Ravel Andrade, a cara do Piazza!

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Joao Gilberto Monteiro

    André, ainda não vi a série, mas pelo que tenho lido sobre ela, a maioria dos críticos elogia as cenas em que são reproduzidos os lances daquela Copa e realmente não deve ser fácil, até porque são momentos que foram muito exibidos desde aquele Mundial…

    E olha que interessante e como são as coisas: O seu filho é Fluminense roxo e não conhecia o Rivellino e o Gérson, grandes ídolos do clube! O que mostra que os times brasileiros, muitas vezes, não valorizam sua história e os ídolos que ajudaram a construir a sua grandeza…

  • Creio que esse sentimento de reencontro com um momento tão brilhante do futebol valha a audiência da série.

    Em alguns momentos, infelizmente, acaba lembrando muito aquele quadro “Copas de Mel” que a Denise Fraga fazia no fantástico. Principalmente nos momentos daquele casal de torcedores.

    Pra mim, o episódio sobre a semifinal é o mais interessante, com a liberdade de colocar um encontro de Zagallo com Saldanha na véspera do jogo e com gol do Clodoaldo em plano sequência.

    Lembrei demais do meu pai enquanto assistia. Foi bonito.

  • Estou vendo com minha filha e a sensação é a mesma, dramaticamente s série deixa a desejar mas ela, que não assiste futebol, está gostando muito de ver a qualidade das jogadas e dos gols dessa grande seleção.

Deixe um comentário

Ir para o topo