set/2024

Dez discos clássicos de samba pra esquecer o Rock in Rio

Por André Barcinski

Dez discos clássicos de samba pra esquecer o Rock in Rio

Por André Barcinski

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28 comentários em "Dez discos clássicos de samba pra esquecer o Rock in Rio"

  • Fantástica lista. No meu gosto pessoal eu não tiraria nada e acrescentaria algum da Beth Carvalho (que eu já escutei o Anton Newcombe tocar no seu programa de rádio!) e o álbum de 1986 de um sambista meio esquecido, o grande Almir Guineto.

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    Sensacionais dicas André. Estou ouvindo todas as suas dicas da discografia do Lou Reed e estou absolutamente encantado com a genialidade do cronista de Nova York, incluindo a experimental fase Velvet. Depois vou me maravilhar nesse fabuloso universo. Valeu e forte abraço.

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    Eu incluiria “Alô Malandragem, Maloca o Flagrante!” do Bezerra da Silva por razões muito pessoais – tinha uma fita cassete que tocava sem parar no carro do meu pai.

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    Boa Tarde André. Novamente, parabéns pela organização do Massarifest. Ver o Acid Mothers ao vivo é uma experiência única e fantástica (foi demais o Makata no final do show tocando com a bunda!!!). Quanto ao post, acrescentaria o Tabua de Esmeralda do Jorge Ben, uma obra prima de um compositor genial. Vida longa ao site e ao seu canal!!

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    Meu filho de 6 anos adora samba, Adoniran Barbosa , Martinho da Vila, Cartola, Elis, mas ele é fissurado pela Clara Nunes, fomos na peça “A Tal Guerreira” com a Vanessa da Mata e ele adorou.
    Salve o Samba!!

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    Salve, Barça!
    Boa lista, se pudesse acrescentaria dois que acho “clássicos”: O “Wilson, Geraldo e Noel” do João Nogueira e “Ganha-se pouco, mas é divertido”, no qual a maravilhosa Cristina Buarque canta Wilson Batista, na minha modesta opinião, o maior compositor de sambas que já pisou por estas sofridas terras.
    Quanto ao Paulinho, realmente é difícil escolher um só. Fico com o “Dança da Solidão”
    Abraço e saudações tricolores!

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    Também fiquei revoltado com esse show da Alcione com orquestra e bailarina, larguei na segunda música, após o Diogo Nogueira começar a cantar em um tom muito mais baixo (e forçado) do que devia.

    E a lista ficou demais! Pra virar 15, adicionaria:
    – Moreira da Silva – “Conversa de Botequim” (1965):
    – Zé Keti – “Sucessos” (1967);
    – Velha guarda da Portela’ – Homônimo (1970);
    – Martinho da Vila – “Origens” (1973);
    – Beth Carvalho – “Toque de Malícia” (1984).

    A historia do Samba carece de exposição e reconhecimento, não de fusões forçadas ‘pra inglês ver’.

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    André, essa lista das 10 obras-primas do Samba está sensacional, e escolher só dez realmente é bem difícil, pois muita coisa maravilhosa ficou de fora!!!
    E essa mania de colocarem orquestra sinfônica em tudo quanto é ritmo popular é uma praga que assola já faz um tempo a Música brasileira e totalmente desnecessária, como você disse, pois o samba, o funk, o sertanejo e até mesmo o rock, não precisam dessa validação erudita para terem o seu devido valor reconhecido!!!!

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    Fala Barcinsky, Nessa Lista só há clássicos e eu indicaria também a Voz do Morro (1965) e Samba na Madrugada (1966) que resumem bem o período do Bar Zicartola com a turma toda reunida em clima de roda de samba, abs

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    Lista fantástica. Uma sugestão de programa de rádio: Clube do Samba. Todos os domingos do meio dia às 14:00 na Rádio FM Cultura 107,7. Rádio pública aqui de Porto Alegre. Consegue ouvir em qq aplicativo de rádios online. Grande abraço.

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    Bom dia barça. Um assunto sem muito a ver com o texto mas que entra nessa questão de rock in rio e shows.

    Você tem algum texto sobre essa questão do playback na música? Lembro que algum tempo atrás o rick beato fez um vídeo falando que basicamente todo mundo hoje usa coisas pré gravadas com exceção de alguns artistas pontuais.
    E imagino que você como produtor de shows deve ver nos bastidores quem toca “de verdade” e quem mete o miguezao né.

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    Grande lista! Esse disco do Zeca de 86 é inacreditável. Parece uma coletânea. Eu ainda acharia um espaço pro “Canta, Canta, Minha Gente” do Martinho. Ainda ia faltar João Nogueira, Bezerra…

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    “Axé: Gente Amiga do Samba”, é um dos meus preferidos da vida !
    Sua lista está bem representativa.
    Eu deixaria como dica pessoal o fantástico “Terreiro” (1980), do saudoso Monarco (1933-2021). Esse álbum, por um absurdo qualquer, não está disponível nos serviços de streaming.

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    Outros muito bons são 2 que completam 50 anos agora: Martinho da Vila (1974) com “canta canta, minha gente”, “disritmia” e Originais do Samba – Pra que tristeza (1974): “Tragédia no fundo do mar – o assassinato do camarão” e “Saudade e flores”.
    Um abraço, André.

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    Salve Barciski,
    Que show essa lista hein? Já até preparei uma playlist com os discos pra ouvir preparando um almoço especial no domingo.
    Quanto ao sintomático Rock in Rio, diria o Coronel Kurtz: the horror, the horror…

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