Entrevista: Living Colour
Por André Barcinski
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13 comentários em "Entrevista: Living Colour"
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Vou assisti – los pela primeira vez dia 01/03 em Curitiba . Na expectativa. Lembro até hoje do show de 1992 transmitido pela TV Globo. Foi demais.
O primeiro álbum do RHCP foi até produzido pelo Andy Gill. Eu adoro esse disco, mas acho que tô sozinho nessa rsrsrs
Bandaça! Ainda melhor ao vivo.
Tenho a impressão que esse hard rock misturado com funk e um pouco de rap é um estilo que não teve renovação, principalmente nesse formato clássico de banda (guitarra, baixo, bateria e vocal).
Na virada dos 80 pros 90, tinha uma galera muito boa: Red Hot (o que morreu um 95), Faith No More, Janes Addiction, Urban Dance Squad, Fishbone, Primus. Uns filhotes de Hendrix, Parliament Funkadelic, Black Sabbath e Led Zeppelin (dois primeiros discos).
Não me lembro de bandas atuais fazendo algo parecido.
Muitos filhos do Gang of Four também, não?
Isso!
Parecem serem caras muito legais e acessíveis.
André, acho o Living Colour uma baita banda e é daqueles exemplos em que ela funciona muito melhor ao vivo do que em estúdio, mesmo fazendo álbuns muito bons, mas em cima do palco, os caras são absurdos!!!
Concordo.
O show da banda no Hollywood Rock de 1992 em São Paulo foi tão bom que até perdi o rumo de casa. Parecia que a maior carreta do mundo tinha me atropelado… E Time´s Up é um dos melhores discos de todos os tempos!
Eles também vão tocar em Montevidéu (20/02), estarei nesse.
Boa!
Living Colour é sensacional. Até hoje, considero o melhor show que fui na vida, o deles, em 2009 no Via Funchal em São Paulo. Energia e conexão com o público absurda, coisa que locais menores como o Via permitiam e que não acontece em estádios gigantes superlotados.
Gosto muito mais deles ao vivo do que em disco.