Filme celebra Paulinho da Costa, gênio da percussão
Por André Barcinski
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18 comentários em "Filme celebra Paulinho da Costa, gênio da percussão"
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Paulinho e seu chapa João Marcelo foram ao “Flow” falar do documentário. Chegou a ver? A modéstia do Paulinho chega a irritar… rs
Putz, não vi, obrigado pela dica.
Hoje também saiu um texto bacana sobre ele. Não sabia que tinha feito parte da banda do Clapton:
https://braziljournal.com/paulinho-da-costa-o-senhor-do-ritmo/
O cara é realmente uma lenda.
Brasileiro é mesmo bom de “batucada”! É nóis e nossas raízes africanas que escandalizam o mundo: pode vir alguma que presta da república das bananas? A resposta à imaginária pergunta de um gringo é: Pelé (futebol), José Mojica Marins (cinema), Padre Cícero (fé) e agora alguém que brevemente espero conhecer. “Primeiro brasileiro nato a ganhar uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood”! Caramba, que bela dica, Paulinho da Costa? Nunca ouvi falar, quando virará samba de enredo de escola de sampa? Será que meu filho de 13 anos de idade, que já arrisca algumas notas da Nona de Beethoven nos teclados e alguma coisa de Vivaldi no violino, vai curtir o filme? Ele aprendeu só com aulas pela WEB. Será que música é mesmo um dom? Não consigo sequer tocar flauta doce, aquela que as crianças usam em educação musical no ensino fundamental. Grata descoberta, já gostei muito de bateria; mesmo metaleiro na época, só ouvia Rush por causa do baterista. Mas está indicando alguém que parece não precisar de tantas peças no estúdio para exercer o seu talento. “De Michael Jackson a Burt Bacharach, de Madonna a Earth, Wind & Fire, de Elton John a Herb Albert, os nomes mais importantes da música pop usaram o talento de Da Costa para abrilhantar suas canções”! Genial, nunca comentei um filme só pela crítica, ou seja, sem assisti-lo. A quem dou o crédito desta descoberta? A você, Barcinski, ou a algo sobrenatural que faz dos meus dias sem poder colocar o pé esquerdo no chão, por causa de uma fratura no tornozelo, um tempo de reflexão e procura de algo mais edificante e culturalmente acessível a quem está com dificuldades com a tevê de sinal aberto, só me interessando por ela por causa dos noticiários e do futebol? Enfim, um pouco de Brasil em meio ao que vem de fora e pergunto: para fazer sucesso por aqui ainda tem que ter carimbo no passaporte, principalmente ter conseguido fama nos Estados Unidos da América, e mais, agradar ao público paulistano, como, por exemplo, aquela música que fez Daniela Mercury ser conhecida pelo resto do país nos anos 1990? Sem a MTV mas com a WEB nos viramos com quem? Lembrando Santo Agostinho, leitura obrigatória nas ótimas graduações em Filosofia, “Deus sempre tira algo bom de algo ruim”. Assim, meu tempo de reclusão, que ainda durará algumas longas semanas, está sendo preenchido com novidades na música, no cinema e na literatura independente, preferencialmente caseiras e, com paciência, vou me reencontrando num mundo onde o efêmero e descartável ditam o que devemos ver e ouvir. Poderia estar presente nas redes sociais, mas escolhi fugir desse universo de vaidades e verdades trocando-o por outro que, além de me distrair, enriquece meu intelecto e me faz um pouco mais digno das minhas sinapses: se temos bilhões de neurônios, por qual razão insistimos em usar só menos da metade deles? Morrissey, José Mojica Marins e, agora, Paulinho da Costa: onde estive antes de fraturar um osso em duas partes? Atrás de promoções no supermercado? Reclamando do que vem anunciado no meu holerite? Brigando com a rotina da vida familiar? Lembrando novamente Santo Agostinho, perdido nos incômodos da vida: “tarde te amei”.
ele está bem sorridente no clipe de La Isla Bonita
André, se for fazer uma contagem do quanto de álbuns que o Paulinho da Costa ajudou a vender, acho que estaria na casa do bilhão de cópias!!!!
E é um privilégio ser compatriota de alguém como ele, que venceu realmente pelo talento!!!
Sem dúvida, bilhões.
Imperdível!
A sequência de fotos com outros artistas é maravilhosa. A melhor claro é a que ele fez com Dizzy Gillespie, tinha que ser. Valeu pela dica.
Estava pra ver esse final de semana, e deixei passar… mas sexta- feira, vejo sem falta!
E o Oscar, que achou? Michael B. Jordan melhor ator….
Nem vi, acho aquilo uma chatice tremenda. A Michelle Yeoh ganhar da Cate Blanchett por “Tár” basta.
Realmente, uma atrocidade.
Seria uma tentativa de promover novas superestrelas do cinema?
Salve, Mestre! Desculpe a ousadia, mas “All Night Long” é uma canção do Lionel Richie. Paulinho participou também da canção “Give Me The Night” do cantor George Benson. Grande abraço!
Desculpe, confundi! Vou trocar, obrigado!
Eu que te agradeço sempre, Mestre!
Lenda!