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12 comentários em "Mel Brooks: um século de humor"
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André, será que aquela sessão cinemateca que fizemos de Banzé no Oeste se perdeu? Não achei aqui no site.
Caramba, Moacir, será que esqueci de postar? Me dá um dia, tô fora a trabalho, já vejo isso.
A maior bênção para qualquer pessoa é se ver reconhecido e homenageado em vida, e isso é um privilégio que o Mel Brooks está vivendo, com muita justiça e impressionante lucidez!!!
Verdade.
Gênio é pouco… o cara definitivamente tinha (e ainda tem) culhões. Não sabia dessa do Lynch… atitude admirável. Imagino a tua alegria de ter entrevistado e tirado foto com ele, e ele foi superbacana contigo, né?
Foi um doce.
A foto tá emoldurada na tua parede?
Pior que não, mas preciso fazer.
A comédia americana pode simplesmente pode ser dividida em antes e depois de Mel Brooks, a meu ver.
Sem dúvida. O cara é um marco.
Eu tenho um pai beirando os 90 anos (ainda muito lúcido e independente) e fico animado ao ver um homem de 99 anos sendo capaz de recordar com detalhes a própria história e recebendo um reconhecimento bonito como esse documentário. Gargalhei e me emocionei algumas vezes.
Em tempo: Eu nunca tinha ouvido falar de “The Twelve Chairs”. Vi ontem que está disponível no Stremio e vou dar um jeito de assistir. Chegou a ver, André?
Não é dos meus filmes prediletos do Brooks, mas preciso rever, faz tempo…