Três ótimos filmes sobre um jornal que já foi grande
Por André Barcinski
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6 comentários em "Três ótimos filmes sobre um jornal que já foi grande"
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Andre, nao sei se conhece essa figura… https://www.instagram.com/reel/DVYpqwCjGiW/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==.
Abs
AG
Não, mas virei fã.
Não sei a razão da demissão de redações inteiras de jornais pegar mal hoje em dia fora do mundo dos jornalistas e de uma parcela ínfima do público, na qual eu me incluo…Certamente esse pé nos fundilhos é uma heresia e pega muito mal com os próprios afetados, os jornalistas, e talvez só com eles, uma raça que se encontra mais perdida do que cachorro em mudança. A verdade, dura, inapelável e triste, é que o mundo contemporâneo não está nem aí para jornais impressos(e talvez on line também!)…Sejamos francos, falar de jornal impresso na atualidade fora de um nicho muito específico é a mesma coisa que falar dos dinossauros e das pirâmides do Egito. Isso é bom? É claro que não!!!!!Mas a realidade é essa e está sendo esfregada em nossa cara todos os dias e cada vez mais!
Barcinski, a pergunta não é sobre os filmes em questão. Mas você comentou, ou irá comentar, Sonhos de trem? Pareço ser a única pessoa que não gostou desse filme.
Pois é, também não curti tanto assim, por isso não me animei a escrever. Mas talvez valha, não?
André, todos excelentes filmes. Destaco ‘Homem do Jornal: a vida de Ben Bradlee’. A parte mais espinhosa da trajetória The Washington Post e da carreira de Ben Bradlee foi o episódio da Janet Cook, mas o editor assumiu responsabilidade institucional, reconhecendo falhas na checagem e na pressão por grandes histórias. A condução do caso — embora tardia na detecção da mentira — consolidou um padrão de transparência: admitir o erro de forma inequívoca, preservar a credibilidade do veículo e reafirmar a primazia da verificação sobre o brilho narrativo.