Crítica: “Springsteen – Salve-me do Desconhecido”
Por André Barcinski
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11 comentários em "Crítica: “Springsteen – Salve-me do Desconhecido”"
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Vi sábado e gostei muito. Todo o elenco está sensacional e o ator conseguiu transmitir toda a aura de depressão que cercava o Bruce naquele período. A Direção não ter optado por um “final feliz” ou piegas foi um baita acerto. A integridade artística do Bruce é algo tocante de se ver.
Lembrei de ti numa notícia que li essa semana… Viu que Paul Stanley e Gene Simmons irão pro “Songwritters Hall of Fame”?
Aí é um pouco demais, né?
Total. Lembrei do teu texto sobre a infantilização atual… Eu também adoro o Kiss, mas isso é um baita exagero.
Eu gostei bastante do filme. Consigo enxergar, no entanto, esses apontamentos que você fez aí. Rapaz, fui ver na estreia, quinta-feira à noite e apenas eu na sala! Um verdadeiro cinema em casa, todo pra mim. haha Minha filha me perguntou o que tinha achado, respondi algo que ajuda a entender um pouco a construção do filme. Disse que é muito bom, mas é “um filme mais com cara de Mubi do que Netflix”. rs
Caro André, o filme é isso mesmo. Bruce sofre um pouco a sindrome de impostor como ele mesmo disse no show da Broadway que “- canto para classe trabalhadora mas nunca tive um trabalho em fábrica ou empresa, sempre fui um cantor de rock desde de pequeno”. Isso é uma coisa que o atormenta, é uma coisa dele, na autobiografia dele ou em outras biografias sempre tem essa preocupação em dizer/cantar sobre algo que de fato ele não era e nuna foi. Ele é um roqueiro talentoso, da cena de NewJersey, band leader, faz rock, flertou com o punk, e com folk e country e alcançou o sucesso, goste ou não, é autêntico nisso. Nebraska foi uma afirmação artística para o vazio do sucesso que ele já tinha conquistado nos USA e de sua vida pessoal. Sucesso e fama que todos almejam hoje para ele era desconforto à época no início dos anos 80 , essa mesma crise depressiva o acompanhará em sua carreia em maior ou menor intensidade. No mais, excelente o seu jornalismo e ativismo cultural.
Sim, na autobiografia ele fala bastante disso. O problema é que isso não é fácil de colocar num filme, concorda? A tensão é interna.
Concordo. Muito difícil colocar o mundo interno no filme mas o diretor poderia ter optado por mostar melhor a cena musical e artística de Nova Iorque e mostrar como todos da banda começavam a ter família e ele era naquele momento um menino grande de sucesso que quando acaba o show não tinha para onde correr. Cinema é imagem.Abraço André
Opa Barça, espero que esteja tudo bem contigo
Bruce Springsteen é um fenômeno de sucesso muito americano para mim, e, apesar de gostar de muitas músicas dele, não consigo sentir aquele vínculo imediato que a gente cria ao ouvir artistas similares como Neil Young, por exemplo. Ok, Neil é canadense, mas é possível traçar alguns paralelos entre as carreiras dos dois, como, por exemplo, bandas com músicos excepcionais e fortemente vinculadas aos artistas, como Crazy Horse (Young) e E Street Band (Springsteen), entre outros. O mesmo vale, a meu ver, para fenômenos de vendas americanos como Billy Joel e Tom Petty, que têm grandes momentos musicais, mas para mim têm aquele jeitão do tipo que uma coletânea de greatest hits já resolve, não precisa ter a coleção inteira.
Off topic: Morreu o grande baixista Mani, dos Stone Roses. Vamos ter finalmente uma matéria sobre a banda aqui no site? Abraços!
Fala, Marcelo, beleza? Escrevi sobre o Stone Roses ano passado:
https://andrebarcinski.com.br/the-stone-roses-quando-eramos-reis/
Abraço!
Vish, tinha esquecido dessa excelente matéria, sorry. Mas e o Mani? 😉
Cara, estou há 15 dias fora de casa a trabalho, deixei vários textos programados. Consigo fazer depois de voltar. Abraço!