mar/2026

“Andar na Pedra” disseca a saga dos Raimundos

Por André Barcinski

“Andar na Pedra” disseca a saga dos Raimundos

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9 comentários em "“Andar na Pedra” disseca a saga dos Raimundos"

  • Vi todo o doc. e achei muito interessante, inclusive as questões dos traumas familiares e os sérios atritos entre os caras. Acho que o doc. humanizou muito todos eles. A questão do Rodolfo principalmente, porque a conversão religiosa é sempre vista com muito preconceito, como se o cara não pudesse escolher mudar de vida e seguir outro caminho!! E olha que sou agnóstico, não tenho fé religiosa! Dylan teve o período de conversão, Nick Cave, Dave mustaine, Alice cooper… fala-se em liberdade religiosa mas se cara vira envangélico ou cristão ferrou ! Pq para parte do público vira o tal fascista, machista, taxidermista ….. por puro preconceito tem gente que acredita que os evangélicos são todos como os malfaia e macedos da vida!

  • Eu achei muito bom. Talvez, ao lado do doc dos Ratos de Porão, um dos melhores no Brasil. Eu só acho que ficou muito tempo no lance da conversão do Rodolfo, não que não seja importante, mas ficou muito tempo. Achei que deveriam ter depoimentos também dos caras dos Titãs, que foram fundamentais, e talvez mais artistas que cruzaram com eles nos anos 90. Ter o João Gordo falando da banda naquela época, o Sepultura mesmo, Planet Hemp e a cena alternativa de SP, principalmente das bandas de mina, que odiavam os caras. Gostei muito dos depoimentos do Gabriel, dos Autoramas.

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    Cleibsom Carlos Alves Cabral

    Se a pessoa se deixar levar por esse documentário pensará que Digão é o satanás encarnado! 5 episódios para uma banda como o Raimundos é demais. Rodolfo é um grande hipócrita que cospe no prato que come, mas não renega o dinheiro que esse prato gera, porque são os royalties da banda que ainda o sustenta. Já que a banda o empurrou para as trevas, Rodolfo, doe a grana que ela ainda enfia em sua pança para uma instituição de caridade!! Por fim, tô de saco cheio dessa história de “roqueiro oprimido pelo sucesso”! Nunca vi um rapper ou trapper que só vive rodeado de gatas e esbanjando na gandaia o dinheiro que ganha reclamando que o sucesso o oprime ou se sentindo culpado em desfrutar dos excessos que o sucesso joga em seu colo…

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    Joao Gilberto Monteiro

    André, não querendo te dar spoiler, mas acho que depois dos dois primeiros, os melhores momentos do doc são justamente os momentos em que o Rodolfo conta sobre o processo de sua conversão, é bem impressionante e completamente desconhecida de grande parte do público, mesmo quem acompanhou essa época…
    E não querendo dar outro spoiler, mas em alguns momentos, achei meio “novelesco” demais criar um antagonismo entre o “vilão” Digão e os outros três como os “mocinhos” do doc, sei lá, foi impressão minha…

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    Carlos Leen Santiago Santos

    Você já chegou na parte que o Digão chora lembrando de traumas? Além do Canisso indignado, desabafando sobre o fato de ter sido oportunista a aproximação entre Digão e Rodolfo…
    Uma certeza: quem abusa de drogas termina morrendo ou virando crente.

  • Vou começar a ver hoje… Tenho todos os discos da banda, e vi os caras ao vivo na década de 90 e era super fã, mas confesso que protelei assistir por ter pegado nojo do que o Digão e o Rodolfo se tornaram, ambos crentes fascistóides.

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    Rodrigo Perez Pereira

    caro barça,
    desculpa invadir o assunto raimundos com outro aparentemente não relacionado!
    mas, tenho curiosidade se tu já chegou a ouvir os dois álbuns do adrian quesada (black pumas, entre outros) chamados ‘boleros psicodelicos I’ e ‘boleros psicodelicos II’?
    eles estão em rotação permanente por aqui, desde seus lançamentos, são incrivelmente musicais e fazem uma bela ponte entre os boleros (nelson ned!) e uma psicodelia latina-americana!
    desculpa mais uma vez, em especial aos fãs de raimundos.
    curioso pela tua opinião,
    grande abraço!

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