Hillel Slovak, o Chili Pepper efêmero
Por André Barcinski
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16 comentários em "Hillel Slovak, o Chili Pepper efêmero"
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Foi bom ver o documentário e lembrar o porque de eu curtir tanto a banda até o Blood Sugar Sex Magic… e lembrar porque tu acha covardia a facilidade dos americanos com os documantários, já que eles guardam tudo…
Pois é, dá até raiva.
Achei o filme sensacional! Sou muito fã dessa fase da banda e foi um presente ver tantas imagens e depoimentos sobre o período.
Muito triste o destino do Hilel. O filme é uma merecida homenagem.
Não suporto o som deles a partir de Californication, mas fico feliz com o sucesso e, principalmente, com a sobrevivência dos caras.
Muito legais as imagens da época. Pensei a mesma coisa do Vinicius…
Enquanto eu assistia esse documentário, eu pensava justamente em você e a sua famosa frase: “Vida de documentarista nos EUA é mole demais” pela quantidade absurda de imagens de arquivo que esse filme tem.
Os caras têm imagens do PRIMEIRO show da banda.
Hoje não tenho mais paciência pro Chilli Peppers, mas quero ver esse doc. Essa semana eu fiquei impressionado com a série documental dos Raimundos no Globoplay. Já viu esse, Barça?
Comecei a ver ontem, vou escrever sobre a série.
Barça, bom dia!
Sei que você vivia nos EUA nos anos 90, mas tem uma boa chance de entender o que foi o “fenômeno” Raimundos.
O documentário sobre eles, Andar na Pedra (Globoplay) também é muito legal, pois ouve as versões, muitas vezes antagônicas de seus participantes sobre os discos, idas e vindas de seus integrantes.
Vi o primeiro episódio ontem, bem interessante, vou escrever sobre a série.
Bom dia. Infelizmente o RHCP renega totalmente essa fase “anos 80” nos shows de hoje em dia (mesmo o que foi gravado pelo John Frusciante). Parece que começou em 1991. Uma pena.
Verdade. E tem músicas excelentes. Talvez seja pra não pagar royalties pra família do Slovak, vai saber?
Gostei bastante do documentário. Flea se emociona direto durante os depoimentos, e o Kiedis, sempre durão, também quase derrama umas lágrimas falando do amigo falecido.
Quando tu viu o ensaio deles em LA era o Frusciante na guitarra, André?
Sim, foi em 91.
E eles foram legais contigo? O Kiedis me parece ser meio arrogante.
Clima foi meio tenso, eu conto isso no “Barulho”.