Livro faz radiografia da MPB em 1985
Por André Barcinski
Publicação exclusiva para apoiadores(as) da APOIA.se
Ainda não é um(a) apoiador(a)?
Torne-se um apoiador(a) de R$ 20 ou mais para acessar esta publicação.
Já é um apoiador(a) de R$ 20 ou mais?
Para acessar esta publicação é necessário estar cadastrado e logado neste site usando o mesmo email utilizado na APOIA.se. Para se cadastrar clique aqui. Se já for cadastrado neste site, faça seu login aqui.
Problemas em acessar esse conteúdo?
Se você já é um apoiador e por acaso não está conseguindo acessar esse texto, por favor clique aqui.
Precisa de ajuda? Clique aqui.
14 comentários em "Livro faz radiografia da MPB em 1985"
Deixe um comentário
Você precisa fazer o login para publicar um comentário.
Que indicação, André! Um trabalho que cita “Sem Pecado e Sem Juízo”(o canto do cisne de Baby).Exagerado sempre foi uma música do coração,e desconhecia essa ajuda do Leoni(e olha que me considero conhecedor do rock BR80)
Boa tarde, André. Essa série de livros do Celio me fez lembrar de outra série, excelente, do Bento Araújo, chamada “Lindo Sonho Delirante”. Você conhece? Ja leu? Abs
Não, boa dica!
André, interessante essa reclamação do Chitãozinho & Xororó sobre a falta de estrutura dos shows e das produções ruins, que é exatamente o oposto que as duplas sertanejas (e eles mesmos) vivem atualmente!!!
P.S: Gostei do seu novo logo no site e no seu canal do Youtube, bem bacana esse banho de loja!!!
Pois é, como as coisas mudaram, não? E fico feliz que vc curtiu o novo visual, deu um trabalhão. Abraço!
O trabalho que o André Piunti faz é muito bacana. Ele me faz ter alguma atenção para um gênero que já foi ótimo e que se tornou uma desgraça. Fico feliz por ele ter sido chamado para contribuir.
Bom dia Barcinski, acho que você queria dizer Dalto, o compositor de “muito estranho”, não? abs
Desculpe, a que vc se refere?
No texto está ‘Danto’. Não seria Dalto?
Muito obrigado, já achei!
Está na frase do Guilherme Arantes: “Eu andava desnorteado com a velocidade do ‘hype’ e com a chegada de novos artistas na minha área, muitos ‘new romantics’ como Danto e Ritchie”
Valeu, já corrigi, muito obrigado!
André, o que chama atenção ao final da leitura é constatar a diversidade de selos, de gravadoras dispostas a arriscar, a pluralidade sonora. E a profusão de músicos de estúdios, de técnicos e engenheiros de som inovadores antes do pro tools.
André, uma OT… https://www.youtube.com/watch?v=iZ9O_tl5Npk
Viu isso?