Uma joia desconhecida de Sidney Lumet
Por André Barcinski
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16 comentários em "Uma joia desconhecida de Sidney Lumet"
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Outro filme do Lumet que tá escondido no Prime Video e eu achei por acaso foi Q & A. Você curte, André?
É legal, mas não acho dos melhores do Lumet. Nick Nolte é o destaque, tá assustador.
A Martha Plimpton é filha do ator Keith Carradine.
Opa, esse ainda não assisti. E Lumet é garantia de bons filmes. O Veredito já vi algumas vezes. Que filmaço.
Vou atrás!
Valeu pela dica, Barça.
Depois diz o que achou!
André, esse filme eu não conhecia e é uma ótima dica, pois o Sidney Lumet é alguém que vale muito a pena ser visto!!!!
E não sei se é impressão minha, mas tenho visto muitos filmes mais clássicos retornando ao catálogo dos streamings, e não só dos bichados, mas falo das grandes do setor…
Recentemente virei assinante do site, procurando uma pegada mais alternativa de alguém que tem muita história para contar, e longe de me arrepender, só lamento não o ter descoberto antes, pois nem sabia que estava tão desinformado! Maratonando por esta novidade no meu surrado mas fiel laptop, tive uma certeza: parece que tudo de interessante na música, cinema e literatura só acontece com o aval do eixo São Paulo-Rio de Janeiro. Acompanhando a febre “O Agente Secreto”, principalmente notando os nordestinos esgotando nas lojas virtuais a camiseta amarela “Pitombeira”, uniforme usado para acompanhar o Oscar, até mesmo no meio da rua, questiono se já não está na hora dos nossos cineastas darem mais atenção ao regional. Tenho conta no maior site de escritores independentes do Brasil, Recanto das Letras, e percebo, nos textos que inspiram meus longos comentários, que o povo do Norte e do Nordeste tem carência de mais atenção da indústria cultural brasuca, mas sem caricaturas de gente, porém um retrato mais digno de um povo criativo e com muita história para contar. Nós aqui do Sudeste, não raro, os criticamos pela dependência econômica do fruto da nossa labuta, os acusamos de vender o voto em troca do bolsa família, remuneramos mal a força de trabalho que vem procurar aqui uma oportunidade de levar uma vida digna, enfim, edificantes roteiros para inspirar-nos a curtir menos no vaidoso mundinho das redes sociais e mais numa realidade que, mesmo com sérios problemas estruturais, tem vitalidade de sobra para unir o país, que dizimado pelo caos ideológico esquerda/direita, muitas vezes trata nossos irmãos de sotaque diferente como inimigos. Terráqueo, eles também falam português, que tal dar valor à novas gírias, incrementar a culinária diária com outro tempero, ou nos divertir com o forró? Sei lá, tentando não me desviar muito do contexto da dica do Barcinski, um filme que tem como cenário uma pequena cidade interiorana, e tentando entender a razão de nossa ignorância sobre o resto do Brasil, que já na época dos Modernistas, principalmente com Mário de Andrade, teve seu folclore pesquisado com maestria, numa mistura de erudição com cultura popular que deu muito certo, faz falta aprendermos a valorizar nossa diversidade, mesmo copiando coisas interessantes que vêm de fora. A boa arte não precisa ser como as batucadas sem ritmo de Carlinhos Brown, ou as pedantes músicas da MPB caetânica, onde a bênção de algum baluarte da elite cultural brasileira decide o sucesso de uma obra. Reflito melhor acompanhado de quem tem uma boa base de informações sobre o mundo que nos cerca, uma competente honestidade crítica, isto é, sem precisar agradar esta ou aquela pessoa, e ainda, sem depender financeiramente do Estado ou de patrocinadores como as bets. Se for para apostar online, vou primeiro testar a história dos fugitivos do FBI, para só depois, quando a moda der uma arrefecida, matar minha grande curiosidade sobre o filme protagonizado por Wagner Moura. Curto as paranoias dos brasileiros com a censura e o regime militar, principalmente de quem insiste em ainda viver naquela época. Ah, eu que sou esquizofrênico, acho que tenho menos delírios que os nossos salvadores da pátria. De líder messiânico, prefiro o polêmico Padim Ciço.
Vou ver sábado sem falta, pois hoje vou ver o doc do Paulinho da Costa.
Adoraria ler uma entrevista tua com o Lumet…
Lumet não dava entrevistas, muitíssimo raramente. Ele fez um livro, “Making Movies”, pra compensar a ausência de entrevistas sobre cinema.
Tem um episódio antigo daquele Inside the Actor’s Studio com o Lumet, foi um dos primeiros episódios (quando esse programa era bom), pena que nunca mais achei.
Verdade, mas foi uma entrevista super rara, ele odiava falar.
Filmaço,uma pena que o River Phoenix que havia feito grandes filmes nos anos 80 tenha morrido tão cedo.
Sim, era um cara muito talentoso.
Nunca me esqueci da cena do reencontro da Christine Lahti com o pai (Steven Hill) num restaurante, uma cena com enorme impacto emocional.
Nem me fale, cena é lindíssima.
Excelente dica, nunca vi! Lumet é um mestre!!