abr/2026

Três shows clássicos do pós-punk inglês

Por André Barcinski

Três shows clássicos do pós-punk inglês

Por André Barcinski

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4 comentários em "Três shows clássicos do pós-punk inglês"

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    Rogério Haeitmann Tridente

    Estamos na Semana Santa, quando a Igreja nos convida a voltarmos às raízes de uma fé que tem mais de dois mil anos de história. O que seria voltar ao passado mas sem chegar lá? Reconstruir o passado a partir do presente? Seria isso envelhecer ao contrário? Ouvindo as bandas citadas sinto-me mais jovem mesmo em estado de envelhecimento, como isto se explica? Na época do Renascimento o movimento pendular da história tenta recuperar o que foi esquecido durante a Idade Média, então um paralelo surge para este post, isto é, o passado como realidade no presente. Um post renascentista! O contato renovado com a antiguidade do rock reintroduz o imaginário da época: Margareth Thatcher era a favor do Apartheid, o IRA fazia ataques terroristas etc. e atualmente estas estruturas são reinterpretadas para uma Inglaterra e o resto da Europa querendo ser fofinhos com a Rússia e com o Irã. É aqui que entra Donald Trump, uma reintrodução indireta de formas e sensibilidades da Guerra Fria. Cadê o rock de hoje? Muitas vezes filosofo sobre o porquê de ainda ouvir rock e não encontro qualquer resposta. O rock dos dias atuais não é mais contracultura? Estou muito desinformado sobre o que anda tocando por aí para formar uma opinião. Sei lá, com meus 54 anos de idade e um filho adolescente para criar, mais ainda, tentando voltar ao mercado de trabalho para ocupar minha cabeça já cansada de tanto tempo livre e de pessoas querendo a minha “felicidade”, volto-me aos teclados do meu surrado laptop e disparo: volta rock’n’roll, elementos antigos não desaparecem, mas se reorganizam. Vendo a juventude gritar por Morrissey, pessoas que hoje têm a minha idade, pergunto: o que atualmente fazem da vida? O passado do rock não é pagão, qual seu ponto de partida? As partes foram substituídas mas o sonho permanece o mesmo. Ou os pesadelos dos nossos governantes vão vencer?
    créditos: Yuri Mc Murray (A síndrome de Benjamin Button na cultura e na religião: ensaio sobre a origem da crise e do sonho reacionário)

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    Roberto Ratautas

    O da Siouxsie eu assisti depois que o Sérgio Martins fez um vídeo sobre o John Mcgeoch, realmente é o melhor guitarrista do pós Punk.
    Tem um do Echo no Royal Albert Hall que também merecia estar aí.
    Vou ver os outros.

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